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TecBan lista oportunidades e desafios para cooperativas com o uso do Open Banking

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20 de outubro 2021

São Paulo, 20 de outubro de 2021 – Em meio ao aumento no interesse das cooperativas de crédito pelo Open Banking, a TecBan, empresa de economia compartilhada que provê soluções tecnológicas que integram o físico e o digital e impulsionam o ecossistema econômico do Brasil, enumera oportunidades e desafios para o segmento com o uso do novo sistema. Confira abaixo:

Oportunidades:

  • Apoiar verificações de acessibilidade: os dados transacionais de um cooperado podem ser usados para entender melhor as receitas e as despesas deste membro como parte da verificação de crédito. Isso poderá oferecer um método mais preciso, atualizado, conveniente e rápido do que pedir aos membros que forneçam evidências em uma entrevista presencial, geralmente compartilhando documentação em papel;

  • Melhorar as avaliações de risco de crédito: os dados do Open Banking também podem ajudar a melhorar a precisão da avaliação de uma cooperativa de crédito sobre o risco de empréstimo a um membro. Em combinação com modelos de risco e outras fontes de dados, ele pode ser usado para melhorar o perfil dos membros com pendências financeiras antigas, como aquelas que tradicionalmente são mantidas nos registros dos sistemas de pontuação de crédito convencionais. Como resultado, as taxas de inadimplência e exclusão financeira poderão ser reduzidas;

  • Reduzir o tempo e os custos envolvidos no processamento de empréstimos: ao digitalizar e automatizar o processo de subscrição, o Open Banking tem o potencial de acelerar e reduzir significativamente o custo unitário das avaliações de empréstimos. Isso poderá liberar tempo essencial para outros trabalhos. Também permitirá que todo o processo de aprovação de empréstimos ocorra online, permitindo que as cooperativas de crédito compitam com outras instituições de crédito.

  • Auxiliar os membros das cooperativas a entender suas finanças: os dados do Open Banking poderão ser usados para identificar os primeiros sinais de alerta de problemas financeiros dos membros, como por exemplo o uso frequente de empréstimos consignados. As cooperativas de crédito (individualmente e possivelmente compartilhando informações entre organizações) poderiam usar isso para melhor projetar e direcionar intervenções oportunas e para avaliar o impacto de seus serviços. Os membros também podem ser apoiados para compreender suas próprias situações financeiras, incluindo sua elegibilidade para empréstimos e que medidas podem tomar para melhorar sua saúde financeira; Permitir pagamentos personalizados e produtos de poupança: cooperativas de crédito poderiam adaptar melhor os serviços de poupança e empréstimos às necessidades de seus membros. Os planos de reembolso, por exemplo, podem ser personalizados e otimizados para espelhar a renda variável enfrentada por pessoas com trabalho sazonal;

  • Corte de custos com pagamentos: os pagamentos feitos via Open Banking serão instantâneos e mais baratos, o que tem potencial para reduzir as taxas para as cooperativas de crédito.

Desafios:

  • Adaptar os dados ao contexto da cooperativa de crédito: para que os dados do Open Banking sejam úteis para uma cooperativa de crédito, eles normalmente precisam ser categorizados de forma que os dados brutos das transações bancárias sejam reapresentados de forma relevante e significativa. Enriquecer e trabalhar os dados recebidos de um membro pode ser um desafio para as cooperativas. Idealmente, as cooperativas devem procurar parceiros com know-how em enriquecimento e categorização de dados.

  • Direcionar recursos para supervisão dedicada: as cooperativas podem ter dificuldades para aproveitar o Open Banking se não tiverem membros da sua equipe dedicados à sua implementação, a gerenciar parcerias e supervisionar o processo de implementação. Uma saída possível seria a terceirização desses serviços para fornecedores especializados de forma a diminuir os custos;

  • Integrar tecnologia e processos: usar o Open Banking provavelmente terá implicações para os processos de negócios de forma mais ampla. Como resultado, cooperativas de crédito podem enfrentar dificuldades quando a decisão de usar o Open Banking for tomada sem revisar como a abordagem específica adotada se conectará e funcionará com outros sistemas operacionais e de TI existentes.

  • Construir parcerias de tecnologia confiáveis: há vários novos participantes no mercado, cada um com uma oferta. Para selecioná-los e desenvolver as bases de uma parceria forte, é necessário tempo e experiência – incluindo a comunicação das necessidades, valores e objetivos da cooperativa de crédito, conhecimento técnico e jurídico.

  • Aceitação pelos colaboradores e direção: diante dos baixos níveis de conscientização do público sobre o Open Banking, algumas cooperativas de crédito poderão descobrir que funcionários e dirigentes estão relutantes em promovê-lo ou consentir em aderir sem que haja um prévio apoio educativo para entender o que é o sistema financeiro aberto e quais são os seus benefícios.

Para Tiago Aguiar, Líder de Novas Plataformas e Open Banking na TecBan, para que cooperativas de crédito sejam capazes de capitalizar em cima dos desafios e oportunidades disponibilizados pelo Open Banking, é importante olhar para outros países com mais experiência com o novo sistema e entender quais têm sido seus aprendizados. Para o executivo, o Reino Unido é um bom exemplo.

“A experiência britânica mostra que um número significativo de cooperativas de crédito está trabalhando com o Open Banking como parte de seus processos de aprovação de empréstimos, com benefícios relatados de maior precisão e velocidade das verificações de acessibilidade e avaliações de risco de crédito. Isso mostra o quanto o setor de cooperativas de crédito brasileiro pode crescer com o avanço do Open Banking no Brasil. Para facilitar a entrada de novos entrantes nesse mercado, disponibilizamos nossa plataforma, a Open Banking as a Service TecBan, que oferece uma solução completa para implementação e gestão do novo sistema financeiro aberto”.

Sobre Novas Plataformas da TecBan

Há 39 anos, a TecBan desenvolve soluções tecnológicas que contribuem para a convergência físico-digital, tornando o ecossistema financeiro do Brasil cada vez mais eficiente. Na última década, a empresa investiu mais de R$ 4 bilhões para garantir a inclusão financeira de todas as classes sociais, em todas as regiões do país. Criada em 2018, a unidade de negócios de Novas Plataformas da TecBan é responsável por criar modelos de negócio e desenvolver produtos e soluções inovadoras que conectam as pessoas aos seus recursos financeiros.

O portfólio de Novas Plataformas engloba o HubDigital, criado em 2019 para conectar de forma simples e ágil bancos digitais e fintechs ao Banco24Horas, o Saque Digital, que viabiliza transações de saque via QR Code pelo aplicativo das instituições e via token para desbancarizados ou de acordo com alguma necessidade momentânea, a solução para Sacar no Comércio, com a qual as pessoas podem retirar dinheiro diretamente nos estabelecimentos comerciais parceiros, e o Open Banking as a Service TecBan, plataforma desenvolvida para viabilizar e acelerar a adesão eficiente das instituições financeiras ao ecossistema.

Sobre a TecBan

Líder mundial em rede independente de ATM, a TecBan investe e cria continuamente, há mais de 39 anos, soluções tecnológicas e inovadoras que integram o físico e o digital e impulsionam o ecossistema econômico do Brasil, tornando-o cada vez mais eficiente.

Visionária, a empresa está em constante movimento, e na última década, investiu mais de R$ 4 bilhões em produtos e soluções avançadas que ajudam a garantir a inclusão financeira de todas as classes sociais e perfis de público, em todas as regiões do Brasil.

A TecBan oferece soluções como o ATMManager, Open Banking as a Service TecBan e HubDigital TecBan. Atua também nos segmentos de telecomunicações e transporte de valores, por meio da TBNet e da TBForte.

Seu principal negócio é o Banco24Horas, que está presente na vida de 145 milhões de brasileiros. Por meio de suas soluções financeiras, proporciona autonomia aos clientes de mais de 150 instituições, movimentando a economia local e nacional. Com 2,1 bilhões de transações realizadas anualmente, o Banco24Horas é a maior rede independente de autoatendimento do mundo em volume de saques e conta com mais de 23,7 mil caixas eletrônicos pelo país, promovendo inclusão financeira e desenvolvimento econômico em mais de 900 cidades. Sua relevância no dia a dia do Brasil fica evidente ao ser responsável por movimentar 5% do PIB.

O portfólio do Banco24Horas é amplo e conta com soluções que possibilitam as pessoas sacarem dinheiro de diversas maneiras, com ou sem cartão, via Código QR, por biometria ou até mesmo direto nos caixas dos estabelecimentos comerciais, além de permitir também depósitos e pagamentos. O Banco24Horas oferece também soluções business to business focadas em gerar valor para os mercados varejista e publicitário com os produtos +Varejo Banco24Horas e Mídia Banco24Horas.

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